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segunda-feira, 9 setembro 2002saudades dos (teus) dois sinais e de acordar ao ver-te chegar com o teu sorriso solto e belo. as imagens do dia em que te vi adormecer permanecem vivas na memória e respiro cada segundo que me inspiras. desenho-te na janela empoeirada do comboio que me traz de volta ao lar. viajo ao ritmo dos sons que me dissolvem na paz dos teus braços. os restantes passageiros tornam-se irrelevantes, assim como descobrir a porta de saída. prefiro viajar sozinho a pensar em ti e nos teus dois sinais. (e em ver-te adormecer depois de fazermos amor).
