dezoito
segunda-feira, 9 setembro 2002as esperas excessivas roem-me os sentidos. há sempre um cigarro na algibeira e um café escondido para o drible angustiado sobre a verdade indesmentível e assustadora: eles são maus e andam por aí, por todos os sítios à solta e são mais do que as mães. são a imagem fiel do espelho rachado por inseguranças múltiplas que conduzem ao medo excessivo e à intermitência titubeante. espera corrosiva. esferas viciadas na demora estéril. será difícil não acordar constipado amanhã.
