doze
segunda-feira, 9 setembro 2002

tudo parece irrelevante ao conhecer-te. os meus fantasmas foram devorados pela sublime magia das tuas meias multicolores. o tempo corre sorrateiro... voa.. e não damos por isso. aguardo um grito de pedra ou um jardim letal em lusco-fusco. o que nos resta são pedaços de relva fofa e humedecida que pisamos de encontro às situações vulgares ou inesperadas como se abríssemos a janela da nossa alma e ouvíssemos pássaros mudos. sozinhos no meio de tanta gente entre uvas passas, chupa-chupas de morango e todo um resto de singulares cumplicidades.


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