oito
segunda-feira, 9 setembro 2002é entre a grafonola e o vinil que cedo à flamejante chama do sono, o mesmo que serve de pretensa muralha ao desejo cruzando-se com o limiar da consciência do periquito ensandecido. tenho as memórias crispadas entre o freio no comboio que não me viu partir e a viagem sobre o rio que te viu nascer e crescer. os passos nocturnos fugidios nos pequenos sinais de combustão urbana, até à própria, em forma de festa e romaria. as pipocas multicolores, o algodão rosa mais do que doce, cerveja, cerveja, cerveja a rodos e o inefável cachorro português à brasileira. pessoas, pessoas e mais pessoas vigiam-nos os movimentos com sons perplexos e rostos carregados de felicidade até ao acordar. eu prefiro dançar sozinho.
até já.

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