quinze
segunda-feira, 9 setembro 2002vestígios indeléveis de saturação na trepidante rota alcoólica em que os guardanapos de papel sobrevoam os olhares enxaguados de lágrimas de cordel esfaqueadas pela sagacidade obscura de um petit-boy que se faz acompanhar por uma putéfialoiraoxigenada. os miúdos prosseguem em agonia no quarto escuro do vizinho, no requinte inconstante de uma sobremesa semi-fria acompanhadas por sombras de reféns a despirem-se em diferentes partições dos seus recantos. ninguém os ouve. ninguém nos sente. nem as sombras dos reféns, nem os ouvidos dos infelizes. fazer bolinhas de sabão é o pouco que nos resta. e se depois?
